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A linguagem organizacional requer muitas vezes um conhecimento específico acerca dos termos e conceitos corporativos. Outras vezes, a própria vivência já proporciona esse entendimento. Esse é o caso das denominações de cargos júnior, pleno e sênior.

Para saber a hora certa de contratar cada um deles, é preciso conhecer suas características, como atribuições, nível de experiência, formação técnica, dentre outros fatores.

Por isso, fizemos este conteúdo especialmente para quem quer entender bem sobre essas diferenças e saber quando é preciso contratar para cada uma dessas posições. Boa leitura!

Cargos júnior, pleno e sênior: quais as diferenças?

Os cargos júnior são voltados para atribuições e tarefas de menor complexidade. Portanto, não são exigidas tantas competências profissionais e normalmente há pouca autonomia para decisões.

Um profissional júnior geralmente é recém-formado e tem pouca experiência, mas também pode ser alguém que acaba de mudar de carreira e, embora já tenha uma outra formação há bastante tempo, ainda é novo na área. Para esse tipo de cargo, podem ser exigidos conhecimentos técnicos e habilidades específicas, mas não de forma muito aprofundada.

No nível pleno, há uma complexidade maior de tarefas, bem como a necessidade de certa maturidade profissional, sendo que também é exigida uma capacidade ampla de tomada de decisões.

Alguém pleno já é graduado (até pós-graduado) e tem uma experiência mais significativa na área.

Os cargos sênior, como já se espera, demandam ampla complexidade de tarefas, assim como maturidade profissional e emocional. Nesse nível, o poder de decisão e a capacidade para assumir funções de liderança são condições básicas, uma vez que se trata de um tipo de cargo com grande autonomia.

Como saber qual deles contratar para a sua empresa?

A partir dessas diretrizes, fica mais fácil compreender que tipo de cargo a sua empresa precisa na hora de contratar. Para ter certeza, é necessário basear sua escolha nos seguintes critérios:

1. Nível de dificuldade do cargo

Primeiro, é preciso definir o nível de dificuldade do cargo, entendendo até onde o profissional precisa ir para atender às respectivas demandas. No geral, essa dificuldade se mede pela complexidade das tarefas e pela necessidade ou não de tomar decisões.

2. Funções de liderança

Outro aspecto essencial para definir o nível do cargo que o colaborador vai ocupar é definir se ele deverá gerenciar ou liderar outras pessoas.

3. Grau de conhecimento na área

O grau de conhecimento envolve tanto experiência quanto formação na área. Portanto, com base nas tarefas e responsabilidades do cargo, a empresa vai definir que grau de conhecimento atende às suas expectativas.

Os custos de cada um desses níveis para a empresa também precisam ser levados em conta, pois variam de acordo com cada cargo.

Para fazer uma contratação eficiente, é preciso ter domínio sobre esses conceitos e saber com clareza o tipo de trabalho que cada profissional precisa oferecer. As definições de júnior, pleno e sênior são essenciais para ter um quadro efetivo organizado, motivado e produtivo, além de serem essenciais para criar um bom plano de cargos e salários.

Esse conteúdo ajudou você a entender as diferenças entre cada um desses níveis? Assine nossa newsletter e receba nossas atualizações periodicamente no seu e-mail!

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