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Não há como negar que modelos mais conservadores e já consolidados tenham seu valor, mas também não vale a pena estacionar e deixar de implementar novas ideias e estratégias. 

Durante muito tempo o recrutamento tradicional trouxe resultados positivos, porém o momento agora é outro, e a tecnologia pode ser usada para aperfeiçoar esse processo.

Por isso, essa é uma boa hora para se repensar a gestão e abrir a mente para novas possibilidades que agilizem procedimentos. Há uma série de benefícios consistentes ao se realizar a transição do modelo mais tradicional para um modelo com base na tecnologia. 

Então, que tal começar a trabalhar aos poucos nessa transição? Confira neste artigo quais práticas do recrutamento tradicional você pode abandonar e por quê e reformule o seu planejamento de forma sólida e eficaz!

O que é recrutamento tradicional?

Mas, antes de explicar quais práticas do recrutamento tradicional evitar, vamos entender um pouco melhor esse modelo. O recrutamento tradicional usa processos analógicos baseados em papel e, na maioria das vezes, em burocracia. Com métodos operacionais não automatizados, esse modelo ignora os recursos tecnológicos, o que induz a uma gestão engessada de RH.

Esse conceito antigo de busca de colaboradores enfrenta sérias adversidades no mercado de trabalho atual. Com o aumento significativo de demanda, o recrutador acaba sentindo uma grande dificuldade no gerenciamento de fluxo de currículos e na seleção de candidatos.

Além disso, todo o andamento do processo acontece de forma manual, com divulgações em mídias impressas, recebimento de currículos em papel e triagem manual. Somam-se a isso as fases cruciais que ainda são muito difíceis de digitalizar, como seleção empresarial, últimas entrevistas e a contratação final.

O resultado é um processo muito mais longo e demorado que também apresenta sérias chances de contratação equivocada. É nesse ponto que um recrutamento estratégico que objetiva alinhar setores e considerar recursos tecnológicos se mostra fundamental.

Porém, para fazer uma transição correta, é necessário analisar conscientemente cada etapa, retirar ações retrógradas e inserir tecnologias favoráveis à eficácia do processo.

Vamos saber agora o que não deve mais ser feito e por quê. Nossa proposta neste artigo é indicar pelo menos 5 processos do recrutamento tradicional que devem ser evitados para atualizar a sua gestão de recursos humanos.

O que não devo mais fazer?

1. Evitar a tecnologia

Bom, é possível que talvez você ou sua liderança enfrentem alguma resistência sobre a adesão tecnológica. Caso sejam seus superiores que demonstrem essa resistência, lendo este artigo você estará no caminho certo para convencê-los.

Saia do tradicional ao utilizar softwares de recrutamento e seleção completos que cooperam com a gestão e auxiliam em várias etapas, como recebimento de currículos, filtros para escolha, análise detalhada, entre outras possibilidades.

Não descarte mais nenhum processo! Aplique um bom gerenciamento de banco de talentos para contratações futuras. Aprenda não só a acompanhar melhor o processo seletivo, mas também a manter contato com um potencial colaborador que pode ter o perfil adequado em próximos recrutamentos.

Trabalhe menos com papéis e arquivos e mais com dados e informações. Tenha, durante todo o processo seletivo, um controle mais apurado e preciso dos candidatos dispensados e selecionados, por meio da acessibilidade a informações que as ferramentas digitais disponibilizam.

2. Fazer processos longos

O tempo é recurso escasso e todo bom gestor deve trabalhar isso com prioridade. Dessa forma, é muito importante evitar etapas com teor excessivamente burocrático e formal.

O ideal é reduzir não só a quantidade de etapas, como também o tempo de cada uma. Implementar processos seletivos online é uma excelente forma de aumentar a eficiência no recrutamento.

Nesse sistema, o gestor foge das velhas publicações em jornais com alcance limitado. Com uma geração que já nasce conectada, não é preciso muitas considerações para entender que grande parte dos candidatos (principalmente os mais qualificados) buscam vagas por meio da internet.

Desde a abertura da vaga, passando pela fase de recrutamento e até o início da fase de seleção, é provável que o gestor ganhe pelo menos, entre cinco a dez dias a mais que o processo tradicional. E o melhor de tudo, com uma mesa mais limpa e um controle menos centralizado.

3. Não ter tempo para cada candidato

O objetivo principal é humanizar mais o processo e ter uma seleção mais próxima da realidade almejada pela organização. Em modelos tradicionais, no entanto, gasta-se tanto tempo com o processo em si, que sobram poucas horas para se dedicar aos candidatos.

Por isso, use a tecnologia para escalar melhor os contatos e promover ações interativas que melhorem a experiência dos candidatos. Faça atividades mais dinâmicas e incentive a superação de desafios de forma mais leve e descontraída. Ao final de cada etapa, ofereça um feedback positivo, mesmo em caso de dispensa do processo.

Motive o candidato para futuras seleções e passe uma imagem mais agradável da organização de forma que a pessoa entenda que não foi o seu momento, mas a motivação permaneça em sua mente.

4. Ignorar o fit cultural

O fit cultural é a busca do alinhamento perfeito entre ideais do candidato e valores da organização. Quando o gestor considera esse recurso no processo de seleção, aumenta de forma exponencial as chances de sucesso na contratação. Dentre os principais resultados dessa inteligência, destacamos:

  • redução de turnover;
  • retenção de talentos;
  • alinhamento de perspectivas;
  • precisão nas contratações.

Assim, é fundamental que o gestor não ignore essa etapa, já que ignorá-la pode levar a custos inesperados imediatamente após as contratações. A estratégia  de fit cultural identifica comportamentos mais integrados à organização e favorece um perfil mais motivado e produtivo de colaborador.

5. Centralizar a gestão

Com as inovações tecnológicas, é importante descentralizar o processo e evitar o foco em sistemas de hierarquia muito rígida e concentrada. Evite organogramas verticais e modelos muito autoritários na contratação.

Ao contrário desse pensamento, é necessário buscar flexibilidade na gestão de recursos humanos. Isso facilita a comunicação e agiliza os processos.

Quais os benefícios da tecnologia no recrutamento?

O ideal então é a combinação do RH estratégico e do uso de tecnologia nos processos seletivos. Os benefícios dos recursos modernos nos recrutamentos são vários, como:

  • agilidade;
  • assertividade;
  • redução de custos;
  • gestão de talentos informatizada;
  • clima organizacional favorável à inovação;
  • ambiente propício à criatividade e alto desempenho.

Viu por que essa transição pode trazer muitos resultados positivos? Invista de maneira inteligente nessa mudança e acredite no aumento de potencial que isso pode trazer para a organização.

Transformar a teoria em prática é com a gente! Oferecemos soluções personalizadas para atender sua organização. Não deixe de conferir o nosso portfólio e traga sua proposta.

A reformulação interessou? Então entre em contato agora mesmo conosco que teremos o prazer de atender você e começar a riscar o recrutamento tradicional do seu planejamento!

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